Domingo, Março 25, 2012

Escleroterapia com laser–porque não fazemos?

Em nossa prática diária como especialistas em angiologia e cirurgia vascular, ouvimos frequentemente de nossos pacientes a pergunta “o que acha da escleroterapia com laser?” ou “porque não usa o laser?”.
A reposta é muito simples e as razões são várias:
1. Porque a escleroterapia a LASER não funciona tão bem quanto a escleroterapia química, ou seja, aquela escleroterapia em que se utiliza a injeção de produtos esclerosantes.
2. Além de ser menos eficaz do que a escleroterapia química, o uso do laser torna o tratamento muito mais caro. É por esta razão que, atualmente, os tratamento com laser são “complementados” com a escleroterapia química.
3. Ao contrário do que se pensa, a aplicação do laser é dolorosa. A quantidade de disparos de laser, que são dolorosos, para atingir um conjunto de “vasos” é bem maior do que a quantidade de “picadas” na escleroterapia química para esse mesmo conjunto de vasos. Principalmente se for usado um esclerosante no formato de espuma. A espuma tem uma capacidade esclerosante mais intensa do que outros produtos e uma única injeção consegue atingir uma área maior.
Vejam a opinião dos dois mais conhecidos escleroterapeutas norteamericanos. Ambos são dermatologistas (nos Estados Unidos o tratamento das microvarizes raramente é efetuado por cirurgiões vasculares e angiologistas)
Dr. Robert Weiss:
O laser transcutâneo não é a terapia primária para as microvarizes dos membros inferiores. Isto é verdadeiro por várias razões:
  • A absorção física da luz do laser, liberando uma dose ablativa de energia térmica para o vaso dificilmente ocorre sem danificar a pele.
  • O grau de absorção da luz pela pele é altamente variada de paciente para paciente. De tal forma que, mesmo um especialista muito experiente, pode inadvertidamente provocar queimaduras dolorosas da pele que podem resultar em hiperpigmentação ou despigmentação permanente da pele.
  • Para muitos pacientes, os disparos do laser são significativamente mais dolorosos do que as punções com as finíssimas agulhas 30g 1/2 usadas na escleroterapia.
  • Muitas microvarizes estão associadas a veias “nutridoras” que precisam ser tratadas antes usando outras formas de tratamento.
Dr. Micthel P. Goldman:
Uma vez que a escleroterapia tem um custo benefício melhor do que o laser, quando devemos usar esta terapia? Obviamente, pacientes com fobia de agulha tolerarão melhor esta tecnologia mesmo sabendo que a dor é mais intensa do que na escleroterapia.

Quermos, portanto, deixar claro que não se trata de posição pessoal contra o laser ou contra qualquer outra forma de terapia das varizes e microvarizes.
Trata-se, sim, de uma decisão profissional: a escleroterapia faz tudo o que o laser faz e, por outro lado, o laser está ainda muito longe de fazer tudo o que a escleroterapia faz.
Obviamente, cabe a cada paciente decidir qual a forma de tratamento que mais lhe convém.
Dr. José Amorim de Andrade / Dra. Maria de Lourdes Seibel

Domingo, Outubro 30, 2011

Cirurgia de varizes com radiofrequência: caso raro de lesão nerológica

O tratamento cirúrgico das varizes de membros inferiores está hoje solidamente alicerçado em fundamentos técnicos de comprovada eficiência. No Brasil a cirurgia de varizes alcançou o estado da arte, de tal forma que a cirurgia convencional continua sendo o padrão ouro no tratamento dessa enfermidade, junto com a escleroterapia para os casos competentemente selecionados.
No entanto, recursos de moderna tecnologia vem surgindo e sendo acrescentados ao armamentário terapêutico dos cirurgiões vasculares.Os catéteres com tecnologia laser (ENDOLASER) e os de RADIOFREQUÊNCIA estão entre essas novas armas que, em boas mãos e com indicação criteriosa, poderão trazer inestimável ajuda na abordagem da desagradável doença varicosa. Entretanto, ao contrário do que frequentemente está sendo divulgado, são recursos que não substituem ainda a cirurgia convencional. No estágio atual podem representar um recurso a mais em casos, repito, muito bem selecionados.
Além do mais, essas tecnologias apresentam também os seus riscos, não sendo portanto isentas de complicações. O conhecimento dessas complicações é de fundamental importância não só para nosso enriquecimento científico como também para o aprimoramento regoroso de nossas indicações.

Abaixo está relatado o caso de uma paciente, na Índia,  de 55 anos que evoluiu com lesão neurológica resultando em “pé caído”, após cirurgia de varizes usando técnica de ablação com RADIOFREQUÊNCIA.

A rare cause of foot drop after radiofrequency ablation for varicose veins: Case report and review of the literature
R Shiva Kumar
Department of Neurology, Sree Chitra Tirunal Institute for Medical Sciences and Technology, Trivandrum - 695 001
India

Quarta-feira, Abril 20, 2011

Embolia pós escleroterapia com microespuma ecoguiada da veia Safena Magna

Venho insistindo ao longo do tempo e em várias ocasiões para os riscos da escleroterapia com espuma das veias safenas. No recente XXV Encontro de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro apresentei a palestra Complicações das Escleroterapias com Espuma.
No Jornal Vascular Brasileiro, Volume 09, Número 04, de Dezembro de 2010, que recebi no início deste mês, lí um Relato de Caso intitulado EMBOLIA ATRIAL DE TROMBO DA VEIA SAFENA MAGNA APÓS ESCLEROTERAPIA COM MICROESPUMA ECOGUIADA, de autoria do colega Rubens Pierry Ferreira Lopes e co-autores da Faculdade de Medicina do ABC em Santo André(SP). Leia na fonte o caso completo.
Trata-se de um procedimento realizado dentro de todos os cuidados e parâmetros preconizados pelo Consenso Europeu para esta técnica. Mesmo assim a evolução se deu com as mesmas características de uma tromboflebite da Safena Magna com trombo flutuando para a luz da Veia Femoral. O inusitado do caso é que a embolia para o lado direito do coração se deu no momento em que a ultrassonografia doppler (USD) de rotina estava sendo realizada, e a migração do trombo pôde ser acompanhada ao vivo e os procedimentos terapêuticos instalados de imediato com o paciente em Unidade de Terapia Intensiva e com um resultado final muito positivo.
Um dos objetivos dos espaços oferecidos pelas revistas científicas para os relatos de casos é provocar reflexões. Me pergunto: e se o evento embólico tivesse ocorrido longe do ambiente médico? Podemos expor nossos pacientes em tratamento da doença varicosa dos membros inferiores a esse tipo de risco? Ou aos cada vez mais freqüentes relatos de acidentes neurológicos cerebrais? Para o nível de benignidade da doença venosa podemos incrementar o rol dos danos colaterais para patamares tão dramáticos?
Já sabemos consensualmente o poder dos esclerosantes no formato espuma. Precisamos apenas cuidar para o uso que estamos fazendo deles. Trabalho com esses esclerosantes há três décadas mas continuo advogando que as técnicas cirúrgicas continuam sendo as mais apropriadas para os troncos safenos. Afinal de contas boa parte dos cirurgiões vasculares brasileiros já alcançaram o estado da arte no enfrentamento da doença varicosa.
As opções do endolaser e radiofrequencia também estão encontrando indicações interessantes e sem os danos inaceitáveis para o território cárdio-pulmonar e cerebral.

Sábado, Abril 16, 2011

SBACV - Residentes se organizam em entidade nacional


Mais uma iniciativa interessante da direção nacional da SBACV. Essa visão global da especialidade parece estar sendo uma tônica nesta atual gestão que venho acompanhando com otimismo.
O futuro de qualquer especialidade está na renovação e na capacitação de seus quadros mais jovens.
Transcrevo abaixo a carta convite que dará o pontapé inicial na criação dessa Associação de caráter nacional. O evento se concretizará durante o CICE 2011.
Muito bom.




Prezado Professor, preceptor, residente ou estagiário.

A SBACV idealizou mais um programa visando o nosso crescimento e maior interação entre colegas de todo o território nacional. Trata-se do Programa Jovem Vascular o qual tem como objetivo aumentar o apoio dado pela SBACV aos profissionais ainda em formação no âmbito da Angiologia, Cirurgia Vascular e Endovascular.

O público alvo são os que fazem parte de um programa de Residência em Angiologia e/ou Cirurgia Vascular pelo MEC, ou aqueles estagiários de um dos diversos Serviços oficialmente reconhecidos pela SBACV. Precisamos compartilhar com estes colegas as suas experiências, os seus anseios, além de incentivá-los. A iniciativa tenta oferecer ao jovem algo atraente e ao mesmo tempo inovador, onde ele terá, inicialmente, acesso a material didático, artigos, revista da SBACV e reuniões específicas nos congressos da especialidade. Dar espaço e acolher os profissionais em formação e que trabalham com a nossa especialidade só contribuirá para um futuro competente e forte para a SBACV.

Além disso, temos o prazer de convidar os Residentes e Estagiários em Angiologia e Cirurgia Vascular de todo o país para a Assembléia Geral onde será fundada a Associação Médicos Residentes e Estagiários em Angiologia e Cirurgia Vascular (REVASC), durante o CICE 2011 no dia 20 de Abril no WTC, as 14.00 horas, São Paulo, SP.

Teremos na abertura a palavra do nosso diretor científico Prof. Luiz Francisco Poli de Figueiredo falando sobre “A formação do profissional especializada” e da Profa. Maria do Patrocínio sobre “As perspectivas das residências no Brasil” e após a discussão plenária sobre a criação, objetivos e funcionamento da REVASC coordenado pelo Marcelo Liberato.

Agradecemos desde já pela colaboração com a SBACV e desejamos mais uma vez um 2011 de muito trabalho e realizações a todos.

Atenciosamente

Marcelo Liberato – Coordenador do Programa Jovem da SBACV.

Sexta-feira, Abril 01, 2011

Ivaiporã: médicos x operadoras

A deterioração do atendimento médico no segmento das operadoras de planos de saúde é gritante. A dicisão dos médicos de Ivaiporã aponta para o caminho capaz de resgatar a dignidade dos médicos e dos pacientes submetidos à tirania da medicina suplementar. Não podemos ficar aguardando ad infinitum que nossas grandes instituições liderem os médicos, na medida em que elas também se encontram algemadas ao sistema.
O exemplo de Ivaiporã mostra que temos que começar pela base da pirâmide.
Muito bom exemplo que transcrevo abaixo.
José Amorim de Andrade

Sexta-feira, 1 de Abril de 2011



-(Leia na fonte: PARANÁ CENTRO ONLINE)

A Associação Médica do Paraná (AMP) informou que os médicos especialistas não irão mais atender clientes de planos de saúde, em Ivaiporã. O anúncio foi feito, na quarta-feira, 23 de fevereiro, em Curitiba.
Dessa forma, restam as seguintes opções: os que pagam por planos particulares deverão pagar, também, por uma consulta particular, cujo valor médio é de R$90; esperar por uma consulta no Sistema Único de Saúde (SUS); ou se deslocar para cidades da região que ofereçam cobertura do plano que possuem.

A decisão dos médicos se deve ao valor de R$42, repassados pelas operadoras de planos de saúde a eles, ser considerado baixo, conforme explicou o presidente da AMP, José Fernando Macedo.
Ele lembrou os gastos que envolvem os consultórios médicos, impostos e salário dos funcionários. “Fica para o médico apenas R$ 5,53 do valor da consulta de um plano de saúde”, calculou Macedo.

Presidente da Ameri explica decisão
O presidente da Associação Médica Regional de Ivaiporã (Ameri), Anderson Garcia, conversou com o Paraná Centro e explicou o que levou os médicos a pedirem o descredenciamento de aproximadamente 20 planos de saúde.
“A decisão tomada pelos médicos de Ivaiporã foi motivada pela insatisfação dos honorários médicos pagos pelos planos de saúde, e pela falta de resultados após as reuniões com a Comissão Estadual dos Honorários Médicos, realizadas em 2010”.

Conforme Anderson Garcia, que é anestesiologista, após as reuniões, os médicos decidiram, por unanimidade, pedir o descredenciamento dos planos de saúde – exceção da Unimed. O pedido foi encaminhado, há 10 dias, através do departamento jurídico da Associação Médica do Paraná (AMP). “O prazo de descredenciamento depende dos planos. Ou seja, quanto ao plano que tem especificado no contrato a data prevista de descredenciamento, o médico deve atender o paciente por 30 dias, enquanto os planos que não têm especificado a data pré-determinada, o tempo de atendimento é de 60 dias”.

O presidente da Ameri garantiu que a maior preocupação dos médicos é com os pacientes. “É preciso levar em consideração que um profissional insatisfeito não cumpre a própria profissão de uma maneira satisfatória e, nesse caso, a relação médico-paciente tende a piorar. No entanto, a nossa preocupação é com o paciente”, reforçou Garcia, acrescentando que, para um médico manter um consultório, atendendo por planos de saúde, “é preciso fazer mágica”.

O anestesiologista referia-se, por exemplo, ao pagamento de Imposto de Renda e Municipal; água; luz; telefone; material de informática; e aos salários das secretárias. “Portanto, os custos de um consultório são enormes! Além disso, temos que nos manter atualizados por meio de congressos e especializações”, justificou.

Segundo ele, o preço pago aos médicos pelos planos de saúde é irrisório e quem acaba sofrendo é o médico e o paciente, que não deve ficar preocupado, “porque não deixará de ser atendido”, avisou o presidente.
O profissional da saúde irá atender o paciente e emitir um recibo com os respectivos honorários, e o paciente deve ir ao plano de saúde buscar o reembolso. “Portanto, os pacientes não ficarão desamparados”, avisou

Domingo, Março 13, 2011

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

Transcrevo a carta aberta à população encaminhada pelo Conselho Federal de Medicina e outras entidades médicas nacionais. Inicialmente, e pelo que foi divulgado no Boletim Nacional da SBACV, entendi que se tratava de um movimento pela implantação da CBHPM. Vejo agora, entretanto, que se trata de algo mais abrangente, focando a deletéria interferência do mercado da assistência à saúde na conduta médica. É um inevitável confronto entre a mercantilização da doença e a ética na prática médica.

Será que teremos quorum?

Dr. José Amorim de Andrade



Médicos vão interromper o atendimento aos planos de saúde no dia 07 de abril de 2011, Dia Mundial da Saúde


Prezado cidadão, prezada cidadã


Os médicos de todo o País irão suspender o atendimento aos planos e seguros de saúde no próximo 7 de abril, Dia Mundial da Saúde.

Nesse dia, os médicos não realizarão consultas e outros procedimentos. Os pacientes previamente agendados serão atendidos em nova data. Todos os casos de urgência e emergência receberão a devida assistência.

A paralisação é referendada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e pelo conjunto das sociedades de especialidades médicas.

Trata-se de um ato em defesa da saúde suplementar, da prática segura e eficaz da medicina e, especialmente, por mais qualidade na assistência prestada aos cidadãos.

O objetivo é protestar contra a forma desrespeitosa com que os médicos e os pacientes são tratados pelas empresas que atuam no setor.

Os planos de saúde interferem diretamente no trabalho do médico: criam obstáculos para a solicitação de exames e internações, fazem pressão para a redução de procedimentos, a antecipação de altas e a transferência de pacientes.

Os contratos entre as operadoras e os médicos também são irregulares, estão em desacordo com as normas estabelecidas pela Agencia Nacional de Saúde Suplementa (ANS).

Nos últimos dez anos, os reajustes dos honorários médicos foram irrisórios, enquanto os planos aumentaram suas mensalidades bem acima da inflação.

Alertamos a sociedade que tal situação é hoje insustentável, com riscos de sérios prejuízos à saúde e à vida daqueles que decidiram adquirir um plano de saúde, na busca de uma assistência médica de qualidade.

As empresas de planos de saúde precisam urgentemente atender a reivindicação das nossas entidades, estabelecendo regras contratuais claras que respeitem a autonomia do médico e definam critérios e periodicidade de reajustes dos honorários profissionais.

É necessário também que a ANS exerça seu papel fiscalizador, exigindo dos planos de saúde o cumprimento da regulamentação.

Brasília, 28 de fevereiro de 2011.


Associação Médica Brasileira

CFM - SGAS 915 Lote 72 Brasília-DF / CEP: 70390.150 Tel : (0xx61) 3445-5900 Fax : (0xx61) 3346-0231 www.portalmedico.org.br


Conselho Federal de Medicina

FENAM – SHS Quadra 6, Bloco A, Sala 211 Brasília - DF - Cep: 70.316-102 Tel: (61) 3042-3700 Fax: (61) 3042-3701 www.fenam.org.br


Federação Nacional dos Médicos

AMB - R. São Carlos do Pinhal 324 São Paulo-SP / CEP: 01333-903 Tel : (0xx11) 3178-6800 Fax : (0xx11) 3178-6810 www.amb.org.br

Domingo, Janeiro 30, 2011

XIX Fórum da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular

Prezado Colega,

A Diretoria da Regional Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular tem o prazer de convidá-lo para participar do XIX Fórum da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.
Tema: Profilaxia da Trombose Venosa e da Síndrome Pós-Tombótica
, a realizar-se em 17 de fevereiro de 2011, às 20:00 h no Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

Data: 17 de fevereiro de 2011 - Terça-Feira - Horário: 20:00h
LOCAL: Centro de Convenções do CBC
Rua Visconde de Silva, nº 52 – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ

Programação Científica

Presidente SBACV: Guilherme Pitta
Vice-Presidente da SBACV e Coord. Do Fórum: Solange S.M. Evangelista
Presidente: Manuel Julio J. Cota Janeiro
Secretário Geral: Sergio Silveira Leal de Meirelles
Coord. Região Sudeste: Angela Maria Eugênio

Modulo I

  1. Qual a Indicação na profilaxia da TVP em:
a. Viagens aéreas
Palestrante: Marcos Arêas Marques
b. Gravidez
Palestrante: Alda Candido Torres Bozza

Debatedores: Drs.: Carlos José Monteiro de Brito, José Amorim de Andrade e Maria de Lourdes Seibel.

Modulo II

Após episódio de trombose, qual o papel do uso de medicação ou de elastocompressão na profilaxia da:

  1. Recidiva de trombose venosa - Palestrante: Mario Bruno Lobo Neves
  2. Evolução da Síndrome pós-flebítica - Palestrante: Paulo Roberto Mattos da Silveira
Debatedores: Drs.: Carlos José Monteiro de Brito, José Amorim de Andrade e Maria de Lourdes Seibel.